Modalidade de Emalhe anilhado atinge 81% da cota de captura da tainha
MPA alerta que a atividade será encerrada quando a captura alcançar 85% da cota estabelecida.
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa nesta terça-feira (23/06) que a cota de captura da tainha (Mugil liza), na modalidade de emalhe anilhado, atingiu 81% do limite estabelecido para a temporada de pesca de 2026.
O limite total de captura da tainha (Mugil liza) para o ano de 2026, na modalidade de emalhe anilhado, foi fixado em 1.094 toneladas, conforme previsto no inciso II do Art. 4º da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.
Os dados são do Painel de Monitoramento da Temporada, plataforma oficial do Governo Federal que permite o acompanhamento diário da evolução das capturas.
Novas atualizações serão divulgadas conforme a evolução das capturas.
Informa-se que conforme Art. 23 da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026, o encerramento da atividade ocorrerá quando a cota atingir 85%.
A medida faz parte do esforço de gestão sustentável do recurso, considerando a importância econômica e ambiental da espécie.
Acesse aqui a Portaria Interministerial MPA/MMA Nº 64, de 23 de junho de 2026. Em caso de dúvidas, acesse o FAQ.

Foto: Luiz Henrique da Silva
O acompanhamento das capturas é feito por meio do Painel de Monitoramento da Temporada, plataforma oficial do Governo Federal que atualiza diariamente a evolução da atividade pesqueira.
De acordo com a normativa vigente, a pesca na modalidade será encerrada automaticamente quando a cota atingir 85% do total permitido.
O governo informa que novas atualizações serão divulgadas conforme o avanço das capturas ao longo da temporada. A medida integra as ações de gestão do recurso, que buscam equilibrar a atividade econômica com a preservação da espécie.

Entenda sobre a modalidade

A modalidade de emalhe anilhado é um tipo de pesca em que redes são utilizadas para cercar e capturar os cardumes de tainha, geralmente próximos à costa, com o auxílio de embarcações.
Esse método é tradicional em algumas regiões e segue regras específicas de manejo e limites de captura estabelecidos pelo governo.
O acompanhamento da cota tem como objetivo garantir a sustentabilidade da espécie, já que o fechamento da pesca ocorre automaticamente quando o limite atinge 85%.
Dessa forma, busca-se evitar a sobrepesca, assegurar a reprodução dos estoques naturais e manter o equilíbrio entre a atividade econômica e a preservação ambiental, considerando a relevância da tainha para comunidades pesqueiras e para o mercado.

